gases e líquidos'


o pedágio
novembro 9, 2010, 3:23 pm
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setembro 30, 2010, 4:23 pm
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nem todos sabem desse lado,

eles não querem ver e isso os faz sentirem-se bem! passo por ali e dentro do buraco eles me jogam, fodam-se! já me basta todas essas porradas de todo hora!

não ver a fome que corroe todo o tal do Ser, te faz melhor né? aqui embaixo não se têm todos esses pixels aí do suposto Deus do suposto Homem,, ave maria só nas horas que meu filho saí pra roubar, não desejo que ele seja preso, nem que peguem e surrem ele, nem sei se aves ou maria lá onde elas estão podem fazer isso, livrar, livres, livrar-nos de todo mal,

não podem!

mas prefiro acreditar que sim, amém? nunca! eu grito e não me conformo,

eles que sintam o mal cheiro quando eu passar. e vem deles, eu só carrego



Qualquer coisa I
setembro 30, 2010, 3:58 pm
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Qualquer cheiro de raiva podia ter atravessado no momento em que Aristides pisou nos pés de pato de Luiz, ambos estavam dentro do ônibus pintado com as cinzas de um porco espinho, o ônibus levara os operários até a carvoaria. A beleza de Aristides era igual ao vento(invisível) e isso fez com que os balões cheios de ares raivosos estourassem em outro lugar- na praça Vermelha. Luiz, podendo apenas sentir a beleza em codinome brisa,  permitiu-se entrar no corpo de Corvo azul daquele que pisara em seu pé.PA! quando chegou até a cabeça depois de ter vagado por tantas lacunas impreenchíveis, percebeu o desejo que o tal dono “Corvo” tinha aprisionado naquele instante por seu corpo, que agora caminhava por dentro de um corpo-corvo.
Deve ser legal entrar na mente do outro e ver as raízes das árvores que este outro cultiva pra fora e pra dentro

supostamente houve viagem
supostamente, houve-se visagens
supostamente, houve-se viagens
supostamente, se houve viagem,
visagem,
houve.

Devido ao cansaço de tantas possíveis viagens sobrenaturais e solitárias dentro de um corvo azul, Luiz resolve sair pelo bico do, do, do pássaro, azul, para voltar a seu lugar de número 78, voltou a sua forma física cogitada como normal, estava sujo de sangue luminoso, e dolorido pelo prazer contido naquele que pode voa, fora>percebe que a luz vem daquela cor, toca nas patas de Aristides com um cotonete alugado. Cor de mar molhado, de suor de uma testa risonha, Aristides, abrindo um sorriso farpado,  parecendo só mais um no meio dos carvoeiros cegos e sendo o único com a alma dançante e em comum a todos: alma aprisionada, beija os lábios cortantes de Luiz, sabendo da saudade de tempos que não tiveram , e tão pouco existiram;
e, e, e,
morre.

Morre como morre o peixe

Morre como morre o galo

Morre como morre as tangerinas

[essas, tem morte perfumadas, morrem quando cheiram melhor]

Morre como morre o curió

Morre como morre eu

Morre como queima o carvão

Só que.
morre, com hemorragia incontrolável causada pelas lâminas que decoravam o beiço de Luiz naquela manhã, decoravam a cerca inviabilizadora do prazer, da fala do beijo. Hemorragia interna. assim o ônibus sinza, cinza, passou ser vermelho sangue, sangue, interno,



agosto 27, 2010, 2:32 am
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E a Rainha, a Feiticeira que acende suabrasa num pote de barro, não vai querer jamais nos contar tudo o que sabe, e que nós ignoramos

rimbaud



brancas
agosto 25, 2010, 11:47 pm
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a contar desse postulado as noites serão DIaS e NoITeS e decretada-mente, os dias serão Dias,  inicio um novo desenhar dessas partes que dizem serem: mim

Então, agora que não temo e nem afasto as doces amargas bocas, posso dar de alimentar a muitos e ser alimentado por tantos tântricos.  comecemos  cantar!

uuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu

esse som o qual nos circunda deve ser musicado com a suavidade do gozo, levando-nos ao meio das esferas, ao meio do mar, estou Iniciando um novo desenho. Não cabe espaço de desgaste TU_DO é aproveitado, por isso vai um aviso: travessos capins, mamem meus pés, retirem deles os bichos, o suor que me prega nesse chão correto certo, imundo

não estou escutando determinadas vozes, principalmente aquelas que determinaram meu Pesar. assim a gaivota poderá vir aqui; parece que agora estou preferindo o suave mais Grosso. Passamos, levemente levamos. ficamos, cravamos

alongarei a alma, não deixarei no curral qualquer pedaço que coloque forças em processo retrógrado!

deixe os louc(b)os tentarem roer meus ossos mentais, de nada eles me servem mesmo, só enclausuram por tempo indevido a saida dos seres desejantes de voo, até meu cuspi saia retorcido quando ainda tinha muitos ossos, o que me interessa é a carne urgindo sobre esse tal de ESPIRITO?

assim peço a um deus que já não sei de onde ele vem, de onde sai antes de me transar, me foder, ME AMAR… e ainda existe etc

Neste nó que começa a ser feito pra um dia  parar na lixeira ou virar um laço, ou sei lá o quê?, poderemos fazer dele  um pedaço de carne que Sorrir. eu não mato sorrisos,

caço-os!

Não sei fugir das desmenbrações, acho que eva não tinha vinculo comigo, fui saindo. Adão me deteve, me detém! quando se enfia por dentro desses caminhos onde não consigo ver, apenas sentir, percebo que desmenbrações as  vezes são coisas sem nexo; pensado melhor, eva me chupou pra dentro dela, estava por aí, a vagar, viva! viva eva!

caminho

contagem, 417 palavras, há um indico que não conheço, pouco vi do atlântico, a amazônia consome meu desenho com as aguas barrentas, tudo turvo, só verás se entrares . Intenso desde a superfície. Desfeito, me sinto livre, pois devo fazer outros e tudo não de novo, nuevo!

Mas a gaivota ta vindo, a pressa me foi tirada, não é possivel destruir esse morro com um sopro, tudo depende do mar, não sei porque digo isso, porém o semem do Novo vem sendo tragado pelos cabelos revoltosos-bailantes- das sereias, a espuma

e é  ali que desenho agora



agosto 25, 2010, 2:36 am
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não.  Acabei de re.Cu-ar, talvez não seja permitido dizer que desistir, ou que desejo desistir, talvez por ter forças suficientes para seguir, é, ir. vou!

hoje nova bicicleta, vamos ao passeio, no vento das ruas novas cortarei intensamente esse corpo, nao quero seu engano, gaguejarei esse semem até que ele não tenha poder de fertilizar essas  derradeiras situações. O inicio, qual? penso e é cada vez mais dificil pra mim  querer saber do inicio; é   tempo de espelho, as re-torcidas estão em conspiração para um novo redimensionamento da imagem gerada ali, dentro, entre, no espelho? assim que acabar esse movimento retrogrado, penso virar para o outro lado, mesmo que seja em demasiado: um contramão



julho 6, 2010, 6:35 pm
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gostaria de dizer que não consigo mais reter o acontecido em palavras,

o diário de bordo da trajetória do ser foi sensivelmente modificada para uma página onde meus delírios emoções, virtualizações de minha carne estarão a partir de agora presentes nesta página, queria conseguir me dispor a relatar os encontros de segunda feira que tanto iluminaram minhas noites e meus dias durante meses, porém, estou me sentindo preso a certas raízes que me projetam para frente, para outras árvores, na verdade não são bem árvores é algum tipo de vegetação germinada e cuidada lá atrás, durante as aulas propositadas pela professora ave com cachos negros wlad lima e ocupada, atuada e reconfigurada por nós, não vou tentar por o nome de todos aqueles que voaram junto comigo por dentro das discussões, pensamentos, elocubrações, loucuras, choros, risos muitos risos, quero apenas agradecer os lindos momentos escritos conjuntamente, de mãos dadas, abraçados, senti uma imensa recepção por parte de todos, talvez seja pela luz que cada um carrega consigo,  talvez realmente seja pelas portas abertas que encontrei e me fizeram sentir dentro do coração de cada um, uns com mais intensidade e afeto do que com outros, mas isso é só um pequeno pontiado dentro de um lindo vestido de cambraia, COLORIDO, feliz, esvoaçante. ah:

agora é hora de ir,

mas ir pra onde se tudo que escrevi, escreveram, falaram ficou aqui! ali! aculá! lá! dentro de cada um, que é um monte!

beijos, céus, árvores de natal! e santinhas nos protegendo, e livros emoções ………………………muitas coisas nos alimentando,